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(02/07/2009 - 23h00) Leia mais
Bancos brasileiros estão bem posicionados para enfrentar a crise, diz Fitch Os bancos brasileiros estão bem posicionados para enfrentar os efeitos da crise econômica global sem grandes danos para seus tradicionalmente fortes perfil financeiro e patrimômio, afirma a agência de classificação de riscos Fitch Ratings em relatório divulgados nesta quinta-feira. "Os recentes resultados mostraram uma queda de rentabilidade dentro do esperado, assim como um menor crescimento dos empréstimos afetou o aumento da receita e das provisões de perda com empréstimos no quarto trimestre de 2009 e primeiro trimestre de 2009", diz a agência na nota. Embora mudanças em relação a "ratings" (notas) individuais de bancos brasileiros não estejam descartadas, a Fitch destaca que os "ratings" permanecem relativamente estáveis. (02/07/2009 - 18h18) Leia mais Desembolso do BNDES fica estável até maio; em 12 meses alta é de 17% Os desembolsos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) somaram R$ 92,2 bilhões no acumulado dos últimos 12 meses terminados em maio, alta de 17% sobre o obtido nos 12 meses imediatamente anteriores. No mesmo período, as aprovações totalizaram R$ 118,8 bilhões, enquanto os enquadramentos chegaram a R$ 181 bilhões, e as consultas alcançaram R$ 201,9 bilhões. Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil Veja as medidas já anunciadas no Brasil para combater os efeitos da crise (02/07/2009 - 18h07) Leia mais Bolsas de NY caem com piora do mercado de trabalho dos EUA As Bolsas americanas fecharam em baixa nesta quinta-feira, depois que o Departamento do Trabalho informou que o fechamento de vagas no país acelerou em junho e a taxa de desemprego chegou ao maior patamar desde 1983. A Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) fechou em baixa de 2,63%, indo para 8.280,74 pontos no índice Dow Jones Industrial Average, enquanto o S&P 500 caiu 2,91%, indo para 896,42 pontos. A Bolsa Nasdaq terminou em baixa de 2,67%, indo para 1.796,52 pontos. No mês passado, o país perdeu 467 mil postos de trabalho, e a taxa de desemprego chegou a 9,5%, contra 9,4% em maio. O dado superou o referente a maio, que mostrou a eliminação de 322 mil vagas (dado revisado para baixo; a leitura inicial era de perda de 345 mil). Em média, a economia americana perdeu 436 mil empregos por mês entre abril e junho, contra uma média de 670 mil por mês entre novembro e março, segundo o comunicado do departamento. (02/07/2009 - 18h00) Leia mais Bovespa fecha em queda de 1,01%; desemprego nos EUA desanima mercado Números desfavoráveis da economia americana e europeia derrubaram as principais Bolsas de Valores do planeta, arrastando a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) na jornada desta quinta-feira. Investidores se assustaram com a perda de postos de trabalho nos EUA, frustrando as expectativas mais otimistas sobre a retomada da economia global. A taxa de câmbio doméstico refletiu o aumento da aversão ao risco e bateu R$ 1,95. (02/07/2009 - 17h43) Leia mais Petróleo cai quase 4% com desânimo sobre recuperação econômica Os preços do petróleo fecharam em queda nesta quinta-feira em Nova York, abaixo dos US$ 67 em um mercado que assimilou as consequências da aceleração do desemprego nos Estados Unidos sobre a demanda da matéria-prima. Na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), os contratos do barril de petróleo para entrega em agosto fechou a US$ 66,73, em retração de 3,72% em relação ao fechamento anterior. Em Londres, o barril do brent do Mar do Norte para o mesmo contrato também recuou mais de 3%, para US$ 66,65. (02/07/2009 - 17h11) Leia mais Erramos:Dólar fecha em R$ 1,95; Bovespa recua 1,42% A variação da Bovespa foi erroneamente registrada no título da reportagem: Dólar fecha em R$ 1,95; Bovespa recua 1,42% (Dinheiro - 02/07/2009 - 16h43). Em vez de 2,30%, às 16h43 a índice Ibovespa registrava queda de 1,42%. O título já foi corrigido. (02/07/2009 - 17h09) Leia mais Dólar fecha em R$ 1,95; Bovespa recua 1,42% As corretoras de câmbio negociaram o dólar comercial por R$ 1,952 nesta quinta-feira, o que representa um acréscimo de 1,19% sobre a cotação de ontem. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,96 e R$ 1,93. Na praça paulista, o dólar turismo foi vendido por R$ 2,070, alta de 0,97%. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) sofre queda de 1,42%, aos 50.814 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,68 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York perde 2,30%. Notícias ruins desde o início da manhã azedaram o humor do mercado e mantiveram a taxa de câmbio pressionada e a Bolsa de Valores durante toda a sessão de negócios. Na Europa, a taxa de dezembro atingiu ao maior nível desde 1999, considerando os 16 países que compõem a zona do euro. E nos EUA, a destruição de postos de trabalho superou por larga margem as piores previsões do setor financeiro. (02/07/2009 - 16h43) Leia mais Balança comercial do Rio volta a ficar positiva após dois meses Depois de dois meses com déficit, a balança comercial do Rio de Janeiro voltou a apresentar, em maio, saldo positivo. Foram US$ 95,6 milhões, resultado de exportações recordes, no ano, de US$ 959,5 milhões, ante importações de US$ 863,9 milhões. Em abril, a balança comercial fluminense apresentara déficit de US$ 91 milhões. Os dados fazem parte do boletim Rio Exporta, divulgado nesta quinta-feira pela Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro). De janeiro a maio, as exportações foram de US$ 3,8 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 4,3 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses, as exportações totalizam US$ 16,8 bilhões, ante US$ 13,8 bilhões importados. (02/07/2009 - 16h21) Leia mais Piora no mercado de trabalho nos EUA em junho derruba Bolsas em NY As Bolsas americanas operam em baixa nesta quinta-feira, depois que o Departamento do Trabalho informou que o fechamento de vagas no país acelerou em junho e a taxa de desemprego chegou ao maior patamar desde 1983. Às 15h56 (em Brasília), a Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) estava em baixa de 2,10%, indo para 8.325,25 pontos no índice Dow Jones Industrial Average, enquanto o S&P 500 caía 2,32%, indo para 901,94 pontos. A Bolsa Nasdaq operava em baixa de 2,32%, indo para 1.802,90 pontos. No mês passado, o país perdeu 467 mil postos de trabalho, e a taxa de desemprego chegou a 9,5%, contra 9,4% em maio. O dado superou o referente a maio, que mostrou a eliminação de 322 mil vagas (dado revisado para baixo; a leitura inicial era de perda de 345 mil). Em média, a economia americana perdeu 436 mil empregos por mês entre abril e junho, contra uma média de 670 mil por mês entre novembro e março, segundo o comunicado do departamento. (02/07/2009 - 15h58) Leia mais |
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